Como escolher a melhor solução em tecnologia para restaurantes?

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O ramo da gastronomia vem se modernizando tanto quanto os demais. Muitos dos aspectos de tradição nessa área, como o atendimento, as entregas e a forma como são feitos os pedidos, por exemplo, estão sendo otimizados. Tudo graças ao desenvolvimento da tecnologia para restaurante. Se você trabalha nesse negócio, com certeza vai querer usar esses recursos para alavancar seu faturamento.

Porém, antes de investir seu capital em qualquer ferramenta, você precisa fazer um trabalho de pesquisa. Afinal, não adianta gastar todo o rendimento da sua empresa e conseguir algo que só traga prejuízo.

Para ajudar a evitar esse problema, trouxemos 4 critérios de avaliação que você deve aplicar em suas escolhas. Acompanhe:

1. Calcular o ROI

Já diziam os velhos mantras do empreendedorismo: “se você não pode medir, não pode melhorar”. É basicamente isso que você deve fazer com a tecnologia para restaurante. Quando você instala uma nova solução, é importante saber o quanto ela afetou seu rendimento. O ROI, ou “Retorno sobre Investimento”, é o número que representa se o novo recurso está ajudando ou não.

É possível calcular o ROI em quase qualquer contexto, desde que seja tomado o devido cuidado. Primeiro, é necessário calcular o rendimento da empresa antes de instalar o novo sistema, digamos, uma página para reservas online. Após a implementação, o mesmo cálculo deve ser feito e o resultado comparado com o anterior. Se o saldo for positivo o suficiente, então a solução deu certo.

2. Avaliar a escalabilidade do software

Quando uma tecnologia para restaurante é escalável, significa que ela cresce junto à empresa. Algumas ferramentas possuem limite de usuários ou de locais por contrato, o que significa que tal solução, na verdade, impede o seu crescimento. É como dar uma escada e colocar um teto no meio do caminho.

Por isso, sempre que for contratar, dê preferência para provedores que permitam o aumento do pacote com o tempo, permitindo que você possa acompanhar as tendências do mercado. Contratos longos e rígidos devem ser evitados sempre que possível.

3. Analisar a curva de aprendizado

A tecnologia para restaurante, por mais automatizada que seja, não atua sozinha. Seus funcionários devem entender como ela afeta a rotina de trabalho e saber utilizá-la no dia a dia. E o mesmo vale para os clientes, caso seja algo interativo como um cardápio virtual.

Antes de pagar, leia o manual e veja o quão difícil é utilizar o software. Se você leva mais tempo para aprender a utilizar uma ferramenta do que, de fato, passa usando, certamente ela não é a que você precisa.

4. Verificar o custo de instalação

Por fim, mas não menos importante, a tecnologia para restaurante possui um segundo preço: a sua instalação. Um software não funciona sem um computador, ou mesmo um servidor inteiro. Esses investimentos também devem ser calculados antes da aquisição.

Para quem não quer pagar por toda a fiação, a solução seria alugar o equipamento ou um espaço em um servidor na nuvem. Isso aumenta o preço mensal, mas reduz o investimento inicial. Se você não tem espaço para tudo no seu estabelecimento, pode ser a melhor opção.

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